quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Regrinhas :Por que...


Por que - Por quê - Porque -Porquê


Por que : Resumindo, usa-se POR QUE, sempre que for possível substituí-lo por uma expressão onde apareça QUAL ou QUAIS.


Por quê: Receberá o acento se bater num sinal de pontuação. Ex: Por quê, afinal? Chegou tão tarde,por quê?


Porque: Em geral, é substituido por POIS e nunca é susbtituido por expressão onde apareça QUAL ou QUAIS.


Porquê: Admite ser pluralizado. Ex: Eram muitos os porquês,...Não podemos compreender o porquê disso.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Rudolf Steiner: o defensor da sensibilidade


Gostei dos textos e da intervenção! Vale a pena ler.

Rudolf Steiner: o defensor da sensibilidadeAliando ensino e espiritualidade, o educador austríaco desenvolve a Pedagogia Waldorf .

http://www.sab.org.br/pedag-wal/artigos/steiner-nova-escola-1209.htm
www.waldorfschule.info/upload/pdf/schulliste.pdf
www.sab.org.br/pedag-wal/lawaldir.htm

http://revistaescola.abril.com.br/formacao/formacao-continuada/rudolf-steiner-defensor-sensibilidade-pedagogia-waldorf-setenios-518759.shtml

Saiba mais!
A Arte da Educação I, Rudolf Steiner, 160 págs., Ed. Antroposófica, tel. (11) 5686-4550, 22,80 reais.
A Arte da Educação II, Rudolf Steiner, 160 págs., Ed. Antroposófica, 22,80 reais .
A Arte da Educação III, Rudolf Steiner, 176 págs., Ed. Antroposófica, 22,80 reais .
A Educação da Criança Segundo a Ciência Espiritual, Rudolf Steiner, 48 págs., Ed. Antroposófica, 10 reais.
A Filosofia da Liberdade, Rudolf Steiner, 198 págs., Ed. Antroposófica, 37 reais.
A Filosofia de Rudolf Steiner, Andrew Welburn, 240 págs., Ed. Madras, tel. (11) 6959-1127, 33,90 reais.
Andar, Falar, Pensar - A Atividade Lúdica, Rudolf Steiner, 48 págs., Ed. Antroposófica, 32 págs., 10 reais.
Rudolf Steiner, o Homem e Sua Visão, Colin Wilson, 146 págs., Ed. Martins Fontes, tel. (11) 3241-3677, 26,50 reais.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Oração das crianças especiais

"Bem aventurados os que compreendem o meu estranho passo a caminhar.
Bem aventurados os que compreendem que ainda que meus olhos brilhem, minha mente é lenta. Bem aventurados os que olham e não vêem a comida que eu deixo cair fora do prato.
Bem aventurados os que, com um sorriso nos lábios, me estimulam a tentar mais uma vez.
Bem aventurados os que nunca me lembram que hoje fiz a mesma pergunta duas vezes.
Bem aventurados os que compreendem que me é difícil converter em palavras os meus pensamentos.
Bem aventurados os que me escutam, pois eu também tenho algo a dizer.
Bem aventurados os que sabem o que sente o meu coração, embora não o possa expressar.

Fonte :http://www.autismonossahistoria.com.br/

domingo, 6 de setembro de 2009


Semana Nacional do Trânsito acontece anualmente, entre os dias 18 e 25 de setembro, desde que foi instituído o Código de Trânsito Brasileiro, em 1997.

sábado, 5 de setembro de 2009

Trânsito e cidadania

video

Excelente para trabalharmos gentileza e cidadania no trânsito.

Brinquedos de sucata -Peteca


Peteca

Material
Uma folha de jornal.
Pedaço de barbante ou fita adesiva.
Tinta.
Modo de Fazer: Amassar meia folha de jornal, fazendo uma bola achatada.
Colocar a bola no centro da outra metade da folha e envolvê-la, deixando as pontas soltas.
Torcer a folha na altura da bola e amarrar um barbante ou colocar um durex.
Pintar com cores alegres com tinta guache, ou tinta para artesanato


Achei na net, muito legal!
Busca: Brinquedos de sucata.

sábado, 29 de agosto de 2009

A Educação

A Educação

A qualidade de uma sociedade pode ser medida pela forma como cria e educa as suas crianças desde a mais tenra idade. Poucos são preparados para ser pais e por isso a difícil tarefa de educar uma criança é uma sucessão de tentativa e erro. Não há educadores perfeitos, há educadores esforçados. Aprendemos com os erros que vamos cometendo, ouvindo experiências alheias ou lendo as pistas dadas pelos especialistas. A tarefa de educador é das mais difíceis e das mais abandonadas pelo colectivo — chamemos-lhe sociedade. Estado, ou o que quisermos. O investimento na educação deveria assentar na formação de pedagogos que começariam o seu trabalho junto dos pais e depois junto dos filhos. Parece-me incompleto um sistema educativo que se destina apenas às crianças e jovens e deixa de lado um trabalho com os seus pais. De que serve ensinar as crianças a ler e a escrever e depois iniciá-las na acumulação de saberes se nada se ensina aos seus pais sobre o essencial e relativo ao crescimento dos seus filhos? Quem ensina os pais a compreender os filhos? A conhecer as etapas da formação da personalidade, os diversos níveis de conflitos que acompanham o crescimento, como se desenvolve (ou inibe) a formação da auto-estima…? Não, de facto não se formam pais — tal ideia parece até estranha —, mas dever-se-iam formar pedagogos que ajudassem os pais. Neste aspecto, é de grande importância a pedagogia do erro, ajudando os pais a perceber de que forma evoluíram, corrigindo os seus erros e ajudando-os a transmitir a seus filhos que errar é parte integrante da condição humana e é no aceitar os erros e na tentativa de os corrigir e evitar a sua repetição que assenta muito do nosso processo de crescimento.

Mas esta formação de pedagogos e a sua intervenção não deveria ser efectuada de forma avulsa, mas organizada, fazendo parte dos sistemas nacionais de ensino. Ensinar a educar deveria ser a prioridade. Porquê? Porque é investir na “matéria-prima”. O grau de equilíbrio e de organização interior que tiverem os jovens de hoje determinará a qualidade da sociedade das próximas gerações. Mas pouco se investe verdadeiramente na educação — investe-se, sim, na transmissão de conhecimentos, que é basicamente o que se faz nas escolas. Educar é muito mais do que isto, é harmonizar o crescimento de cada ser humano com a sua vivência social, ajudar cada criança e jovem a integrar e organizar os conflitos (normais, porque humanos) entre a afirmação do seu “eu” e as regras e normas a que têm e terão de se submeter para viverem num colectivo.
É verdade que também não se ensina a amar e afinal de contas educar pressupõe muito amor, mas poder-se-ia relembrar aos pais a importância desse amor e, mais importante, o que origina a sua falta.

Esta educação de qualidade, a começar junto dos pais, seria tanto mais necessário quando o ritmo acelerado das economias torna, em termos de tempo disponível, os filhos concorrentes com os empregos dos pais, o que faz com que a educação dos nossos descendentes não sofra apenas de qualidade — como terá sido sempre ao longo da história — mas também de quantidade. O tempo disponível para acompanhar os filhos é cada vez menor. Vão surgindo multidões de crianças e jovens que crescem quase sozinhos, pois o tempo que passam com os pais é pouco, aquilo que estes lhes transmitem é pobre e as escolas que essas crianças frequentam são na sua grande maioria meros depositários de crianças e de jovens, transmitindo-lhes conhecimentos (e muitas vezes mal) e pouco mais.

Em muitos casos, pede-se tacitamente que as escolas substituam o papel dos pais na formação ou que sejam o “freio” que os pais já não conseguem ser para as condutas desviantes e perturbadoras de seus filhos. Aqui, tal como com os frutos, os “maus” contagiam os “bons” e não o contrário, potenciando um nivelamento geral por baixo. É neste enredo que as escolas e o sistema de ensino vão vendo o tempo passar.

Contrariar esta tendência é verdadeiramente difícil, pois, frequentemente e cada vez mais, os pais já não estão apenas numa luta pela carreira, por melhores salários, por melhores condições de vida, mas mesmo numa luta pelo emprego e pela própria sobrevivência. O ritmo económico, a preocupação estonteante e absurda pela eficiência não se compadece com pais zelosos, antes os penaliza na exacta medida em que as suas atenções para o seu trabalho forem reduzidas, em que as horas de disponibilidade para a actividade económica forem desviadas para outros objectivos, tais como os filhos. Uma criança criada sem os pais (ou com pais regularmente ausentes) procurará referências onde quer que elas estejam. Com a mesma força e tal como uma árvore, desenvolver-se-á da forma e com a inclinação que o vento lhe permitir. Se tiver sorte, encontrará referências apropriadas ao seu desenvolvimento harmonioso, mas se não tiver crescerá na mesma. De que forma? Provavelmente, juntando-se à longa fila dos que registam insucesso escolar, dos que não se conseguem sociabilizar, dos que não conseguem aderir a um mercado de trabalho.

Então, em nome da máxima eficiência, com pais hipotecados à competitividade, ou seja, à produção, e sistemas educativos paralisados pela gestão diária dos problemas que muitos dos seus alunos apresentam e que são ocasionados pela (falta de) educação que receberam, “produzem-se” cada vez mais jovens que irão encontrar muitas dificuldades em atingir um equilíbrio e uma maturidade que lhes venha a permitir desenvolver uma vida profissional estável ou mesmo entrar em harmonia com as regras básicas de convívio social. Desemprego potencial será o resultado, ou então trabalhos de baixo valor acrescentado e por isso de baixos rendimentos. Como um desempregado pouco consome e como a tendência, mantendo-se este estado de coisas, será de cada vez mais jovens virem a engrossar esta fila de pessoas de baixo rendimento (desempregados) ou então de assalariados de baixo valor acrescentado, ou seja, também de baixos rendimentos, os rendimentos totais disponíveis para consumo ressentir-se-ão no futuro breve, as vendas das empresas também (o que é óbvio) e por isso também os seus lucros. Na máxima procura do lucro presente, todos os agentes económicos estão fortemente a comprometer os seus lucros futuros, ou até mesmo a sua própria sobrevivência.
A acrescentar e não menos importante, teremos que considerar o aumento de jovens desorganizados socialmente que enveredarão pela toxicodependência, pelo alcoolismo ou mesmo pelo crime. Todos eles representarão custos económicos acrescidos — para além dos morais que não são quantificáveis — que terão de ser pagos por todos, seja de uma forma mais directa: impostos para pagar mais polícia, mais tribunais, mais centros de recuperação; seja de uma forma menos directa: abstencionismo ao emprego e menor produtividade dos familiares destes jovens, iniciativas económicas e investimentos que deixam de ser feitos por falta de condições de segurança, aumento de guetos,… Mais uma vez, a actual lógica económica está a fazer com que os seus agentes actuem contra si próprios, pois estes impostos futuros terão de ser pagos por todos.
Mas também muito haverá a dizer sobre um sistema que encerra das maiores e mais graves incoerências que o ser humano pode conceber — a mulher no trabalho e a disponibilidade para a maternidade. A maior parte das empresas não vê com bons olhos a admissão de uma jovem, pelo “perigo” de engravidar ou mesmo pelo facto de já ter filhos ainda crianças. Potencialmente, a mulher será absentista porque os miúdos adoecem; tem horas de saída porque alguém os tem que ir buscar à escola, o que na nossa sociedade é uma função essencialmente materna (essa e todas as outras que digam respeito aos filhos). E o maior “perigo” será o engravidar — além dos quatro meses de licença pós-parto, quantas vezes meterá baixa enquanto decorre a gestação?
Este é um problema levantado pelos homens, no seu mais absoluto e insensível machismo? Não sejamos hipócritas. Conheço muitas mulheres em posições de chefia que, quando se trata de admitirem funcionárias, agem exactamente com estes mesmos preconceitos. A única diferença é que são mais subtis, porque (”talvez”) se sentem mais culpadas. E estamos aqui perante outra das nossas maiores incoerências: produzir cada vez mais para, a prazo, termos cada vez menos consumidores. Cada criança que não nasce, para que a sua mãe possa manter o seu emprego, é nesta verdade nua e crua um consumidor que não surge. Mas há mais, cada criança que nasce num meio (que é o típico) onde o tempo que para ela resta é o residual, onde a atenção e a dedicação que os pais lhe dedicam estão (porque os dias continuam só com 24 horas) em directa competição com a dedicação aos seus empregos, é uma criança potencialmente carente. Que se saiba, por mais avançada que esteja esta sociedade, as crianças ainda não nascem com preocupações de manutenção de postos de trabalho e por isso a sua tolerância para serem criadas com pais ausentes não será das maiores.


Alberto Jorge Prata
Para onde vamos?
Lisboa, Plátano Edições Técnicas, 2001
Excertos adaptados
http://contadoresdestorias.wordpress.com/2007/08/28/a-educacao-um-olhar-sobre-o-mundo-actual/

quarta-feira, 29 de julho de 2009

TV sem limite! Trabalhando com pais e crianças.



Pensando nisso: A TV
O que você entendeu da tirinha abaixo?
Como podemos intervir positivamente nessa situação?
Fonte: http://blogfalamenino.blogspot.com/

TV sem limite! Trabalhando com pais e crianças.

Pensando nisso: Programações da TV
O que você entendeu da tirinha abaixo?
Como podemos intervir positivamente nessa situação?

Hábitos de leitura!

Recebi por e-mail e achei muito instrutivo!

As Nove Pequenas Coisas que os Pais, Avós, Professores e outros parentes, dispostos a ajudar, podem fazer para auxiliar seus pequenos a aprenderem e a criar neles o gosto pela leitura.

Leia em Voz Alta, para seu filho diáriamente. Do nascimento até os seis meses, ele provávelmente não vai entender nada do que você está lendo, mas tudo bem assim mesmo.
A idéia é que ele fique familiarizado com o som de sua voz e se acostume a ver e a tocar em Livros.

Para começar, use Livros Ilustrados sem textos ou com bem poucas palavras. Aponte para as cores e figuras e diga seus nomes. Livros simples podem ensinar a criança coisas que mais tarde vão ajudá-la a aprender a ler. Por exemplo, ela aprenderá sobre a estrutura da linguagem - que existem espaços entre as palavras e que a escrita vai da esquerda para a direita.

Conte Histórias. Encoraje sua criança a fazer perguntas e a falar sobre a história que acabou de ouvir. Pergunte-lhe se pode adivinhar o que vai acontecer em seguida conforme for contando a história, com os personagens ou coisas da trama. Aponte para as coisas no livro que ela possa associar com o seu dia a dia. "Veja este desenho de macaco. Você lembra do macaco que vimos no Circo?"

Procure por Programas de Leitura. Se você não for um bom leitor, programas voluntários ou governamentais, na sua comunidade ou cidade, voltados para o desenvolvimento da leitura, lhe darão a oportunidade de melhorar sua própria leitura ou então ler para seu filho. Amigos e parentes podem também ler para seu filho, e também pessoas voluntárias que na maioria dos centros comunitários ou outras instituições estão disponíveis e gostam de fazer isso.

Compre um Dicionário Infantil. Procure por um que tenha figuras ao lado das palavras. Então começe a desenvolver o hábito de brincando com a criança, provocá-la dizendo frases tais como: "Vamos descobrir o que isto significa?"

Faça com que Materiais de Escrever, tais como lápis, giz de cera, lápis coloridos, canetas, etc, estejam sempre disponíveis e a vista de todos.

Procure assistir programas Educativos na TV e Vídeo. Programas infantis onde a criança possa se divertir, aprender o alfabeto e os sons de cada letra.

Visite com frequencia uma Biblioteca. Começe fazendo visitas semanais à biblioteca ou livraria quando seu filho for ainda muito pequeno. Se possível cuide para que ele tenha seu próprio cartão de acesso e empréstimo de livros da biblioteca. Muitas bibliotecas permitem que crianças tenham seus próprios cartões personalizados com seu nome impresso, caso ela queira, exigindo apenas que um adulto seja o responsável e assine por ela.

Leia você mesmo. O que você faz serve de exemplo para o seu filho.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Projeto -Eu um ser em desenvolvimento.























Alguns cartazes trabalhados no projeto:
O encontro do casal –Gestação e nascimento –Documentos-Meu corpo e vacinação –Família -Brinquedos e brincadeiras-Minha casa e as diferentes casa –A escola –Heranças cultura - Linha do tempo.

Até o próximo!



sábado, 4 de julho de 2009

Motricidade fina.


Criando texto!



As Árvores e o Machado


Um homem foi à floresta e pediu às árvores, para que estas lhe doassem um cabo para o seu machado novo. O conselho das árvores então concorda com o seu pedido, e lhe ofertam uma jovem árvore para este fim. E logo que o homem coloca o novo cabo no machado, começa furiosamente a usá-lo, e em pouco tempo, já havia derrubado com seus potentes golpes, as maiores e mais nobres árvores daquele bosque. Um velho Carvalho, observando a destruição à sua volta, comenta desolado com um Cedro seu vizinho: O primeiro passo significou a perdição de todas nós. Se tivéssemos respeitado os direitos daquela jovem árvore, também teríamos preservado os nossos, e poderíamos ficar de pé, ainda por muitos anos.

Autor: EsopoMoral da História: Quem menospreza seu semelhante, não deve se surpreender se um dia, outros fizerem o mesmo consigo.

terça-feira, 30 de junho de 2009

Embaixo" ou "em baixo"?
Nosso sistema ortográfico possui algumas incoerências. Uma delas é o caso de "embaixo". Juntamos ou separamos essa palavra? Vejamos a letra da música "Eu vou estar", do grupo Capital Inicial.(...)Nos seus livrosnos seus discosvou entrar na sua roupae onde você menos esperarembaixo da camanos carros passandono verde da gramana chuva chegandoeu vou voltar..."...embaixo da cama", diz a letra. E se fosse "em cima da cama"? Nesse caso, deveríamos usar duas palavras: "em" e "cima". Mas "embaixo" constitui uma única palavra. Havia uma propaganda de rádio em que um menino dizia: "Pai, porque 'separado' se escreve tudo junto e 'tudo junto' se escreve separado?". De fato, parece uma incongruência.Seja como for, escreve-se "embaixo" junto e "em cima" separadamente. Se a palavra "baixo" for adjetivo, então ela será autônoma, como neste exemplo: Ele sempre se expressa em baixo calão, em baixa linguagem.De resto, o contrário de "em cima" é "embaixo".
fonte: site tv cultura
Imagem do blog:olhodinamo.blogspot.com/2007_01_01_archive.html

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Livros por tema.

Medos e dificuldades em geral
- "A barata medrosa e o coronel baratinado", de Luiza de Maria - Editora Scipione.
- "Na corda bamba", de Hardy Guedes Alcoforado Filho - Editora Scipione.
- "Anão e gigante", de Nílson José Machado - Editora Scipione.
- "Não me chame de gorducha!", de Bárbara Phillips - Editora Ática.
- "Amoreco", de Babette Cole - Editora Ática.
- "O livro boboca", de Babette Cole - Editora Ática.
- "Eu morro de medo de bicho", de Babette Cole - Editora Ática.
- "Papai nunca mais voltará para casa?", de Paula Z. Hogan - Editora Ática.
- "Eu nunca vou crescer?", de Eva Grant - Editora Ática.
- "O livro dos medos", de Heloísa Prieto - Editora Companhia das Letrinhas.
- "Quem tem medo de fantasma?", de Fanny Joly - Editora Scipione.

Natal
- "Alvinho e os presentes de Natal", de Ruth Rocha - Editora FTD
- "Como o Grinch roubou o Natal", de Dr. Seuss - Editora CIA das Letrinhas
- "Feliz Natal, Ninoca", de Lucy Cousins - Editora Ática
- "Mistério de Natal", de Jostein Gaarder - Editora CIA das Letrinhas
- "Papai Noel: um velhinho com muitos nomes", de Heloísa Prieto e outros - CIA das Letrinhas - "Noite Feliz", de Maísa Zakzuk - Editora Panda Books

Sexualidade
- "Mamãe, como eu nasci?", de Marcos Ribeiro - Editora Salamandra.
- "De onde eu vim?", de Claire Llewellyn e Mike Gordon - Editora Scipione.
- "De onde viemos?", de Peter Mayle, Arthur Robins e Paul Walter - Editora Nobel .
- "De onde vêm os bebês?", de Andrew C. Andry - Editora José Olympio.
- "De onde vêm os bebês?", de Ângela Royston - Editora Ática.
- "Educação sexual", de Serenella Parazolli - Editora Vozes.
- "Mamãe botou um ovo!", de Babete Cole - Editora Ática. - "A origem dos bebês", de Anna Maria Oliveira - Editora Consultor.
- "O nosso livro de sexualidade", de Libsa - Editora Caramelo

Indicação de livros.

Clássicos infantis e juvenis brasileiros

- "Reinações de Narizinho", de Monteiro Lobato – Editora Brasiliense.
- "A bolsa amarela", de Lygia Bojunga Nunes - Editora Agir.
- "Angélica", de Lygia Bojunga Nunes - Editora Agir.
- "O menino maluquinho", de Ziraldo - Editora Melhoramentos.
- "Flicts", de Ziraldo - Editora Melhoramentos.
- "Marcelo, marmelo, martelo", de Ruth Rocha - Editora Salamandra.
- "O rei que não sabia de nada", de Ruth Rocha - Editora Salamandra.
- "O segredo do museu imperial", de Stella Carr - Editora Moderna.
- "Eu, detetive", de Stella Carr - Editora Moderna.
- "A fada que tinha idéias", de Fernanda Lopes de Almeida - Editora Ática.
- "Curiosidade premiada", de Fernanda Lopes de Almeida - Editora Ática..
- "Bruxinha atrapalhada", de Eva Furnari - Editora Global.
- "Violeta e roxo", de Eva Furnari - Editora Quinteto Editorial.
- "Maria-vai-com-as-outras", de Sylvia Orthof - Editora Ática.
- "O gênio do crime", de João Carlos Marinho - Editora Global.
- "O rapto do garoto de ouro", de Marcos Rey - Editora Ática.
- "Lúcia já vou indo", de Maria Heloísa Penteado - Editora Ática.
- "A droga do amor", de Pedro Bandeira - Editora Moderna.
- "Pântano de sangue", de Pedro Bandeira - Editora Moderna.
- "Bisa Bia, Bisa Bel", de Ana Maria Machado - Editora Salamandra.
- "Menina bonita do laço de fita, de Ana Maria Machado" - Editora Ática.
Culinária/receitas

- "Sítio do Picapau Amarelo - Histórias, receitas e brincadeiras deliciosas: gostosuras e travessuras com milho", de Conceição Fenille Molinaro - Editora Globo. - “Boca Mole”, de Ciça Kfouri - Editora Terra Virgem.

Educação financeira
- “A Lojinha do Tio Sah-Lim”, de Nereide Schilaro Santa Rosa e Walter Zarzur Derani - Editora Saraiva
Histórias e outros

- "Harry Potter e a pedra filosofal”, de J. K. Rowling - Editora Rocco.
- "Harry Potter e a câmara secreta”, de J. K. Rowling - Editora Rocco.
- "Harry Potter e o cálice de fogo”, de J. K. Rowling - Editora Rocco.
- "Harry Potter e a Ordem da Fênix”, de J. K. Rowling - Editora Rocco.
- "Harry Potter e o prizioneiro de Azkaban”, de J. K. Rowling - Editora Rocco. - "Meia volta, vamos ver”, de Luciana Savaget - Editora Ediouro.
- "Que história é essa II”, de Flávio de Souza - Editora Cia. das Letrinhas.
- "Zeca era diferente”, de Norman Rockwell - Editora Cia. das Letrinhas.
- "Meu pai é um problema”, de Babette Cole - Editora Cia. das Letrinhas. - "Histórias de Avô e Avó”, de Arthur Nestrovski - Editora Cia das Letrinhas.
- "Livro de Histórias”, de George Adams - Editora Cia. das Letrinhas.
- "Mitos e Lendas”, de Adail U. Sobral - Editora Loyola.

domingo, 22 de fevereiro de 2009

De Bem com a Vida



Filó, a joaninha, acordou cedo.
– Que lindo dia! Vou aproveitar para visitar minha tia.
– Alô, tia Matilde. Posso ir aí hoje?
– Venha, Filó. Vou fazer um almoço bem gostoso.
Filó colocou seu vestido amarelo de bolinhas pretas, passou batom
cor-de-rosa, calçou os sapatinhos de verniz, pegou o guarda-chuva
preto e saiu pela floresta: plecht, plecht...
Andou, andou... e logo encontrou Loreta, a borboleta.
– Que lindo dia!
– E pra que esse guarda-chuva preto, Filó?
– É mesmo! – pensou a joaninha. E foi para casa deixar o guarda-chuva.
De volta à floresta:
– Sapatinhos de verniz? Que exagero! – Disse o sapo Tatá. Hoje nem tem festa na floresta.
– É mesmo! – pensou a joaninha. E foi para casa trocar os sapatinhos.
De volta à floresta:
– Batom cor-de-rosa? Que esquisito! – disse Téo, o grilo falante.
– É mesmo! – disse a joaninha. E foi para casa tirar o batom.
– Vestido amarelo com bolinhas pretas? Que feio! Por que não usa
o vermelho? – disse a aranha Filomena.
– É mesmo! – pensou Filó. E foi para casa trocar de vestido.
Cansada da tanto ir e voltar, Filó resmungava pelo caminho. O sol estava tão quente que a joaninha resolveu desistir do passeio.
Chegando em casa, ligou para tia Matilde.
– Titia, vou deixar a visita para outro dia.
– O que aconteceu, Filó?
– Ah! Tia Matilde! Acordei cedo, me arrumei bem bonita e saí andando pela floresta. Mas no caminho...
– Lembre–se, Filozinha... Gosto de você do jeitinho que você é. Venha amanhã, estarei te esperando com um almoço bem gostoso.
No dia seguinte, Filó acordou de bem com a vida. Colocou seu vestido amarelo de bolinhas pretas, amarrou a fita na cabeça, passou batom cor-de-rosa, calçou seus sapatinhos de verniz, pegou o guarda-chuva
preto, saiu andando apressadinha pela floresta, plecht, plecht,plecht... e só parou para descansar no colo gostoso da tia Matilde.NYE RIBEIRO, autora desta fábula, é educadora e jornalista e já escreveu mais de 30 livros.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

RAFA



Ah! Como eu queria ter uma varinha mágica para iluminar seu caminho e o poder trazer você de volta para nós!

(Desenho encontrado na NET)

domingo, 25 de janeiro de 2009

Amarelinha



Regras: Amarelinha 1
1. Cada jogador precisa de uma pedrinha.
2. Quem for começar joga a pedrinha na casa marcada com o número 1 e começa a pular de casa em casa, partindo da casa 2, até o céu.
3. Só pode por um pé em cada casa de cada vez. Quando há uma casa ao lado da outra, pode colocar os dois pés no chão.
4. Quando chegar no céu, o jogador vira e volta pulando da mesma maneira, pegando a pedrinha quando estiver na casa 2 (sem colocar o pé no chão)
5. A mesma pessoa começa de novo, jogando a pedrinha na casa 2.
• Perde a vez quem:
Pisar nas linhas do jogo
Pisar na casa onde está a pedrinha
Não acertar a pedrinha na casa onde ela deve cair
Não conseguir (ou esquecer) de pegar a pedrinha na volta
• Ganha quem pular todas as casas primeiro.
Amarelinha 2
Essa amarelinha é em formato de caracol as regras são semelhantes as dos outros tipos, a principal diferença é que os dois pés nunca tocam o chão juntos!
1. Cada jogador precisa de uma pedrinha.
2. Quem for começar joga a pedrinha na casa marcada com o número 1 e começa a pular de casa em casa, partindo da casa 2, até o céu.
3. Só pode por um pé em cada casa de cada vez.
4. Quando chegar no céu, o jogador vira e volta pulando da mesma maneira, pegando a pedrinha quando estiver na casa 2 (sem colocar o pé no chão)
5. A mesma pessoa começa de novo, jogando a pedrinha na casa 2.
Perde a vez quem:
• Pisar nas linhas do jogo
• Pisar na casa onde está a pedrinha
• Não acertar a pedrinha na casa onde ela deve cair
• Não conseguir (ou esquecer) de pegar a pedrinha na volta
• Ganha quem pular todas as casas primeiro.
Atenção:
Quem conseguir passar por todas as casas vai até o céu, fica de costas e atira a pedrinha. Depois, escreve seu nome na casa onde ela caiu. Os demais não poderão pisar na casa marcada, mas o dono poderá até colocar os dois pés sobre ela. Se a pedra cair fora do jogo, ele não marca nada. Vence quem conseguir mais casas.
http://criandocriancas.blogspot.com/

Caixas decorada com EVA



Muito legal as caixa decordas, encontrei no blog http://tialucimar.blogspot.com/.

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Mancala artesanal -caixa de ovos,pedrinhas e copos de iogurte


Podemos usar: Caixa de ovos, 2 copos de iogurte e pedrinhas

O tabuleiro é formado por duas linhas de seis covas, e um armazém em cada ponta do tabuleiro. São necessárias também cerca de 60 sementes. O jogo começa com 3 sementes (Em algumas variações 4 sementes),em cada cova.

Cada jogador é dono das covas do seu lado do tabuleiro e do armazém à sua direita.

Os jogadores jogam alternadamente. Em cada jogada, um jogador escolhe uma cova do seu lado do tabuleiro, pega em todas as sementes que lá estão, e coloca uma por cova, seguindo à volta do tabuleiro, em sentido contrário ao dos ponteiros do relógio.
Se o seu armazém estiver no caminho, põe lá uma semente, mas salta sempre o armazém do adversário.
Se a última semente calhar no seu armazém, o jogador joga outra vez.

Fonte:Regras do Mancala: http://mat.fc.ul.pt/mej/
http://en.wikipedia.org/wiki/Oware

Termas de Puritama - Chile

Relaxante  Um oásis no deserto! Não aceita cartão, então leve dinheiro para pagar a entrada em Puritama (Adulto CLP15000 pesos e cr...